
A história do movimento Open Source se confunde com as origens do UNIX, da Internet e da cultura " Hacker".
O rótulo "Open Source" surgiu em uma reunião em fevereiro de 1998. Tal debate juntou personalidades que se tornaram verdadeiras referências no que diz respeito ao Open Source, como Todd Anderson, Chris Peterson (Foresight Institute), Jon "maddog" Hall e Larry Augustin (Linux International), Sam Ockman (Silicon Valley Linux User's Group) e Eric Raymond.
Os defensores do movimento Open Source sustentam que não se trata de algo anarquista anticapitalismo, mas de uma alternativa ao modelo de negócio para a indústria de software. Esta alternativa não gira em torno de regras econômicas ortodoxas, mas vai além e questiona princípios, inclusive dos modelos econômicos ortodoxos aplicados à esfera virtual. Além de questionar esses princípios econômicos o modelo colaborativo de produção intelectual oferece um novo paradigma para o direito autoral. Algumas empresas comerciais como IBM, HP, Intel, Dell, entre outras, também têm investido no software de código aberto, juntando seus esforços para a criação do Open Source Development Lab ( OSDL ), instituição destinada à criação de tecnologias de código aberto.
A grande força do software livre está no potencial de cooperação para depuração coletiva, capaz de neutralizar pressões mercadológicas e políticas e melhor dominar complexidades.
Os detratores do movimento, contudo, alegam que esse movimento é, na verdade, um desestímulo para o desenvolvimento de novas tecnologias, por não levar em conta a propriedade intelectual do criador.
|